sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Criação-Fu! em Tuitadas
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
O poder dos processos mecânicos
domingo, 19 de setembro de 2010
Linotype: The Film
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Sobre a jurássica arte de "fazer à mão": um adendo
Sobre a jurássica arte de "fazer à mão"
domingo, 29 de agosto de 2010
Onde está o título?
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
O tempo das coisas
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Documentário: "Helvetica - O Filme" legendado
Para quem nunca viu, a oportunidade de ver o importante documentário sobre a fonte tão amada e odiada, mas nunca ignorada (e um pouco sobre a história do design gráfico, também). E com legendas.
Leia a sinopse:
Helvetica é um documentário realizado por Gary Hustwit, que pretende demonstrar o papel da Helvetica na cultura visual dos últimos 50 anos. Nos diversos entrevistados poderemos encontrar, Erik Spiekermann, Matthew Carter, Massimo Vignelli, Paula Scher, Neville Brody, entre outros.
Encontrado aqui.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
As delícias do processo criativo
domingo, 14 de junho de 2009
A paradinha a paradinha a paradinha
domingo, 7 de junho de 2009
Melhores pios da semana - 01 a 05/06/2009
Há três semanas que os últimos posts tem sido apenas o resumo das boas dicas que recebemos via Twitter. Isso é mau e bom, de certa forma. Mau, porque a intenção desse blog é ser algo maior que um compêndio de links - muitos deles mais sobre técnicas que sobre conceito - já que para isso existem so DiggIt! e Del.icio.us da vida. Bom, porque ainda assim é alguma atividade, ainda que não seja a melhor atividade. Nem sempre é possível ter o tempo para desovar as idéias que gostamos de compartilhar aqui. Mas compartilhar boas fontes de inspiração mantém o link entre nós e aqueles para quem queremos falar.- Psicologia das Cores no Design (noções básicas mas sempre bem-vindas) - http://www.logocritiques.com/resources/color_psychology_in_logo_design
- Logos baseadas em conceitos simples de um elemento principal - http://abduzeedo.com/amazing-one-element-logos
- Especulações sobre tendências do design para 2010 - http://www.littleboxofideas.com/blog/features/designers-predict-design-trends-for-2010-part-i
- Spider: a short film by Nash Edgerton (não veja se você se aflige facilmente) - http://www.vimeo.com/3988731
- Inspiração: sensacional VT de lançamento de "The Beatles - Rock band" - http://tinyurl.com/pdnczh
- Essa é velha e só para fanboys de Star Wars: peças de divulgação do Star Wars Weekends na Disney MGM - http://aletp.com/2009/05/14/disney-mgm-studios-star-wars-weekends/
- Inspirações cruzadas - vários projetos que brincam com a troca ou releitura de mídias:
Great Ideas, Volume III (http://www.flickr.com/photos/alistairhall/sets/72157605940761661/)
Cover Versions (http://www.flickr.com/photos/littlepixel/sets/72157594269138651/)
"I Can Read Movies" (http://www.flickr.com/photos/spacesick/sets/72157614482499746/),
Dinosonic (http://www.flickr.com/photos/dinosonic/)
Book Covers Penguin Classic-Style (http://www.flickr.com/photos/mscorley/)
Video Game Classics (http://www.flickr.com/photos/ollym/sets/72157612646893506/) - The Pelican Project - http://thingsmagazine.net/projects/pelican.htm
sábado, 30 de maio de 2009
Melhores pios da semana - 25 a 29/05/2009 - especial tipografia

- Tributo a Herb Lubalin - http://www.typogabor.com/herb-lubalin/
- Sociologia, fontes & surf: David Carson - http://www.davidcarsondesign.com/
- Usos inspirados de tipografia - http://www.tripwiremagazine.com/design/design/very-inspiring-uses-of-typography.html
- Exljbris Font Foundry - http://www.josbuivenga.demon.nl/
- Projetos tipográficos (via @abduzeedo) - http://abduzeedo.com/typography-projects
- Logos tipográficos (também via @abduzeedo) - http://abduzeedo.com/ultimate-typographic-logos-inspiration
- Typographic card game - http://www.aisleone.net/2009/typography/typographic-card-game/
- Entrevista com Neville Brody (também disponível na edição #21 da Computer Arts brasileira) - http://www.computerarts.co.uk/in_depth/interviews/neville_brody
- Bicicleta + GPS = Tipografia Urbana - http://www.wired.com/beyond_the_beyond/2009/03/urban-typography/
- Free font: Amerika - http://thegraphicmac.com/free-font-amerika
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Melhores pios da semana - 18 a 22/05/2009

- Ética e consumidor: excelente editorial do gizmodo-br sobre o caso Fnac - http://bit.ly/10z229
- Designs tipográficos interessantes - http://bit.ly/wyP2K
- O caso "Dez na área..." RT @blogpauloramos: compliação das frases que se destacaram no caso - http://www.tinyurl.com/bloghq
- CVs e portfólios criativos - http://bit.ly/Bc73C
- Arte de cartuchos Atari (anos 80) - http://tinyurl.com/ryfg8l
- Por que trabalhar com publicidade vale tão a pena - http://tinyurl.com/p7m3t2
- Quem não sabe, inventa - http://tinyurl.com/p8az74
- 50 designs de embalagem dignos de nota - http://tinyurl.com/pzqdvf
- 100 cartões comerciais criativos - http://bit.ly/xb3tS
terça-feira, 19 de maio de 2009
O que você sabe?

Coisa mais comum em sala durante o processo de criação de peças é ver quem comece a criar partindo de pressupostos errados que "todo mundo sabe que são assim". "Todo mundo sabe que" já é uma frase que deveria ser abolida por princípio, e quase sempre leva a linhas de raciocínio bisonhas, do tipo "o cara que é do público alvo vai conhece, entende e vai comprar assim mesmo", que é basicamente justificar que você vai fazer uma peça de publicidade para que o seu público compre um produto apesar dela, e não por causa dela.
Digressões à parte, de vez em quando um bom exemplo fala mais do que argumentações. Aí eu esbarrei num vídeo (twittado pelo sempre sagaz Luli Radfahrer) que eu adoraria ter passado em sala há algumas semanas, durante uma discussão sobre como abordar a venda de um console de videogame para pessoas fora do público tradicional (masculino+teenagerlike+nerd). Uma coisa puxou a outra, e eu achei alguns vídeos que acho interessante compartilhar.
terça-feira, 21 de abril de 2009
10 erros fáceis ao criar para publicidade

O texto a seguir foi adaptado a partir do post "10 Mistakes Logo Designers Can Make When Designing Logos". A despeito do foco espefício do texto original, as dicas caem como uma luva para o processo de criação publicitária.
- Iniciar o processo de criação sem um objetivo. Invista um bom tempo esmiuçando o brief, converse com o cliente se possível, e procure saber o máximo que puder sobre o público, a concorrência e os objetivos do cliente e do produto ou serviço.
- Criar "no vácuo". Conheça a concorrência e o cenário no qual o produto ou serviço estão. E não se limite a ler o brief: uma pesquisa por conta própria pode dar boas pistas. Isso proporcionará idéias menos genéricas e soluções mais consistentes.
- Não ser capaz de responder à pergunta "mas... por que?" Embora os processos de geração de idéias sejam essencialmente espontâneos, é preciso que as decisões tomadas tenham alguma base. É muito fácil ter uma peça reprovada pelo cliente quando as justificativa parecem esbarrar no gosto pessoal. E a propósito: "porque Deus quis" não é um argumento sólido.
- Ir para o computador cedo demais. Computadores são ótimos para fazer exatamente o que você manda que façam - e isso é ruim para a criação, que se alimenta também do erro, do traço livre e da casualidade. Além do mais, como o computador torna fácil alterar o trabalho, a tentação de entrar num loop de tentativa-e-erro é grande, fazendo com que o processo vire uma grande experimentação aleatória sem propósito.
- Deixar de escutar uma opinião com base em quem a deu. Engula o ego e escute. Pode-se. aprender muito com as fontes mais inesperadas.
- Escolher mal a tipografia e os recursos gráficos. Essencialmente, não sexiste não-intencionalidade numa peça publicitária. Pense non resultado que uma escolha de fonte ou imagem poderá causar. Ela quer dizer algo quer você não tinha em mente que dissesse? A melhor opção é uma foto ou uma ilustração? Qual o impacto da escolha da fonte? Pense globalmente.
- Desconsiderar as aplicações da peça. O método de produção, o tipo de mídia, o ponto de exposição - tudop isso influi no modo como a peça será eprcebida. Criar para um cartaz de corredor de universidade não é como criar para um anúncio de revista, uma epmena, uma CEMUSA ou um adesivo. É preciso pensar em como o público será "pego" pela peça.
- Usar macetinhos ou recursos prontos de softwares. No princípio era o page curl. E o diretor e arte viu que era bom (mentira), e se regozijou. E veio o drop shadow. E o glow. E os bevels. E há pouco tempo, os brushes. Esses recursos todos costumam soar falsos e batidos, e poucas vezes são usados como solução real, e não coom "recurso que estava lá praticamente pedindo para ser usado". Lembre-se da oração da Serenidade: ter forças para fazer o que deve ser feito, resignação para aceitar o que não pode ser mudado, e nunca, nunca, nunca, nunca, nuca mais usar efeitinhos prontos gratuitamente.
- Mostrar opções demais para o cliente. Além de agilizar o processo de seleção, evita passar ao cliente a idéia de que você mesmo não tem muita certeza quanto a qual caminho seguir. Também reduz a probabilidade de surgirem as peças Frankenstein, nas quais o cliente pede "o título dessa com a imagem daquela, o texto de apoio daquela outra, com as cores da primeira e a tipografia da última".
- Mostrar para o cliente opções que você não quer que ele escolha. Há uma história envolvendo o arquiteto americano Frank Lloyd Wright e um jardim de inverno que teria sido colocado em um projeto apenas para que o cliente o cortasse, achando assim que havia participado da idéia. Isso pode ser um recurso interessante, mas também pode ser um senhor tiro-no-pé. Para que correr o risco? Se não quer que ele escolha, não mostre a ele.